quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Conclusão

 Após vários comentários e publicações no nosso blog acreditamos poder ter atendido a expectativa de todos quanto ao trabalho.
 Quanto ao grupo, se comportou de maneira muito entrosada e todos, sem excessões, compuseram parte importante do trabalho ajudando com pesquisas, vídeos ou com imagens.
 Esse, particularmente, foi um Trabalho Interdisciplinar inédito; nós cremos, pois utilizamos para fazer a parte escrita dele a internet, através do blog. Tivemos mais recursos e pudemos ter feito um trabalho bem melhor do que seria aquele em uma folha de papel.
 Já, de acordo com assunto, cremos que aprendemos muito mais sobre o bullying. No ínicio do trabalho estávamos convictos de que seria simples desenvolver o tema, mas o assunto nos revelou muitas coisas que desconhecíamos e isso nos deu mais curiosidade em pesquisar sobre o tema. Falamos que a intenção desse trabalho era informar a população sobre o bullying, concientizá-la da situação. Acreditamos que, agora, a sociedade contemporânea rodeada de perigos, possa ter mais segurança, pois, com esse blog, possui mais conhecimento do assunto e tem a opção de não ter mais esse risco que é o bullying. Ela já sabe que ele tem vários nomes adequando-se a cada situação; tem o conhecimento de indicações que a vítima apresenta e, dessa forma poderá ter mais cuidado com ela, sabendo a situação antes mesmo de perguntar lhe e contrange-lá; tem ideia dos riscos do bullying, visto que os vários níveis de sentimentos da vítima podem levá-la a fazer algo que não querem, mas que necessitam; tem o saber de como previnir e combater o bullying e sabem como lidar com ele, e isto não é fácil. 
 Gostaríamos, antes de terminar a conclusão, de salientar que o bullying é sério, não é brincadeira. Os riscos são grandes, as consequências maiores ainda. Os pais, aliados posteriormente a escola, têm fundamental importância para evitar que ocorra o bullying. Agora, nós, temos que ajudar a combate-lô já, para uma sociedade mais pura, com menos riscos e melhor. Isso caberá a cada pessoa, por meio da sua força de vontade. As instruções estão no blog, mas é cada um que precisa ajudar do modo que pode. Achamos que nossos netos têm direito a um mundo melhor, sem essas frescuras de violência na escola, mas com as brincadeiras presentes no convívio de todos e de um modo saudável. 
 Por fim, temos de agradecer a professora de Ciências Físcas e Biológicas do Colégio Mlitar de Porto Alegre, Letícia Becker Homrich, e a nossa professora de Português, Monissa Mattos, que nos orientaram com dicas para fazermos um belo trabalho. 

 Bullying não! Fale, mude, combata!

 Texto do grupo.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Para ver e analisar

  O vídeo abaixo representa uma situação de bullying ou simplesmente um caso de briga escolar por um mal entendido? Veja a reportagem sobre um garoto que cometeu bullying e analise o vídeo.





  Esse vídeo repercutiu em muitos lugares do mundo. Mas podem surgir dúvidas de quem é quem. Temos, antes de julgar a situação, analisar os fatos com o que sabemos.
  Pode-se perceber que o agressor sofre pressão da família e tem pais separados. Quer dizer que a relação de afeto com sua família é estreita. Isso, geralmente, ocasiona o sugimento de bullys, pois nós vimos em outras publicações do blog que os agressores do bullying têm essas caracteristicas em suas famílias. No entanto, seu pai e Richard afirmam que as agressões começaram a ser feita por Casey e que a situação não passa de uma briga escolar. Então, quem seria o vilão e a vítima nessa históra? 
   Casey é um garoto gordo e afirma que era sozinho na escola, ou seja, como ele próprio disse, um alvo fácil. Também, tem o apoio de muitas pessoas que afirmam que Richard tera levado o que merecia e pressionam ele publicando nas redes socias mensagens de todos os tipos para fazer com que sinta na pele o que fez com Casey. 
  No ínicio da reportagem, o repórter diz que Casey sofria a tempos de agressões cometidas por Richard, mas já sabemos que não é assim. No entanto, Richard parece nervoso e com medo, seguindo as respostas de seu pai, como na hora em que diz não ter se arrependido do que fez e logo depois, após ter olhado para seu pai, contraria a resposta dizendo que sim. Ele afirma que sofria de ameaças do Casey. 
  Nos depoimentos do pai de Richard ele pede que os deixem em paz, afirma que seu filho não é santinho e diz que o ato de seu filho não foi legal. Reforça a ideia de que Casey também estava envolvido como bully na história. E realmente, pode até ser, já que seu tamanho é grande e sua força física é maior que a de Richard, e que, mesmo sendo gordo poderia ser um valentão. Agora, como a maioria das pessoas acredita e apoia em Casey com sua atitude? 
  Esse fato peculiar e a reposta demorada e indireta dada por Richard quando perguntado sobre se continuaria fazendo bullying fazem com que nós concordemos que Casey é a vítima. Tanto é que o sentimento de culpa logo vem e Richard se desculpa por seus atos. 

  A ação que Casey tomou é uma das formas que certas pessoas vítimas tendem a lidar com a situação. Ficam furiosas a um ponto de não conseguir aguentar mais e utilizam a força para resolver o caso. Por isso que, uma das formas de prevenir ocorrências desse tipo é, desde já, conversar sobre o assunto com alguém abertamente para que, pacificamente, a situação seja resolvida.

 Texto de autoria do grupo e que reflete sua opinião sobre o vídeo
 Fonte do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=_FivuxlPP5c&feature=related

Altas Horas entrevista...

 O programa do Serginho Groisman, chamado de Altas Horas, vai ao ar no canal da Globo muito tarde da noite. Groisman tem sido uma pessoa dedicada ao combate ao bullying. Abaixo, o vídeo traz uma entrevista entre ele e Isabela Nicastro, que sofreu de cyberbullying.

 


 A entrevista desenvolve toda a situação sofrida por Isabela. Ela descobre a comunidade que a debocha por seu primo. Havia muitos alunos de sua classe envolvidos, fora outros de outras salas de aula. Consequentemente, a comunidade representa um tanto de inveja a ela, já que sempre gostava de perguntar suas dúvidas em aula, era estudiosa, participativa e esforçada. Logo, a garota começa a não querer ir para aula na segunda, pois sabia que sofreria deboches e isso é uma das cnsequências do bullying de modo geral. No entanto, ela gosta de ir aula, ou seja, há uma diferença de comportamento nela. 
 Quando ela se deparou com a imagem ficou muito revoltada e com um sentimento de justiça, querendo punir os agressores. Mas, ela também chega a pensar que a opinião dos outros vem a ser a de todo mundo e relevante. Dessa forma se perguntava o que havia feito de errado para merecer isso? 
 Posteriormente, muitas coisas passaram em sua cabeça, desde não ir mais a aula até tentativa de suicídio. Graças a Deus não ocorreu e Isabela nos dá um exemplo de superação. 
 Seus colegas que estavam a agredindo foram punidos, ao nosso ver, de modo muito leve pelo colégio, não podendo ir a um passeio. Isso deveria ser mais rigoroso, oras! A guria pensou em se matar por causa deles, de suas atitudes, e eles, como punição, não puderam ir a um passeio? Se queremos ter uma sociedade melhor a iniciativa deve ser tomada com medidas rigorosas. Esses alunos poderiam, também,  fazer atividades que os concientizassem, como por exemplo, fazer a faxina da sala por um mês. E a escola tem que falar com os responsáveis deles para dar conhecimento dos fatos.
 Isabela é muito forte, porque superou a situação, perdoou seus agressores e não guarda mágoas. É um exemplo de pessoa que soube superar o bullying. Por experiência, ela ajuda as outras pessoas que sofrem bullying contanto para desabafarem com seus pais e escolas, sendo um direito e não uma ação vergonhosa.

 Texto de reflexão sobre o vídeo de autoria do grupo.
 Fonte do vídeo:  http://www.youtube.com/watch?v=pkduLIJgks0
 


Cyberbullying

 Esse nome inglês poderia ser revertido para o português, de forma rude, como violência virtual. É um caso a parte de bullying e que tem ocorrido com mais intensidade na medida que a internet é ilimitada e, graças as várias novas tecnologias como iphone, ipods e tudo mais, o trabalho dos agressores torna-se mais fácil, já que usam o anonimato, muitas vezes, para prejudicar a vítima, a qual não sabe de quem se defender às vezes. 
 Esse tipo de agressão é causada quando alguém, por meio de páginas, comentários e comunidades na internet humilha, ameaça, debocha e agride os sentimentos morais de uma pessoa. É ainda mais grave que o bullying comum, já que: intensifica a dor, pois torna-se uma coisa constante na vida da vítima; expõe mais o agredido, já que o ambiente não está mais restrito apenas ao ambiente escolar, mas por toda a internet; e impossibilita a identificação dos agressores, causando a sensação de impotência a vítima (não consegue fazer nada para se livrar daquilo).
 Às vezes, um simples caso de corte de cabelo feio, aos olhos dos outros, pode ser motivo de esculachamento na internet. 
 No cyberbullying a intimidade da vítima e a sua confiança são os mais prejudicados. Uma pesquisa feita com cinco mil alunos entre 10 e 14 anos revela que 17% já sofreu cyberbullying. Desses, 13% foi por celular e 87% doi pelas redes sociais e internet. 

Mais Você e o bullying!

 Esses dois vídeos (parte 1/2 e 2/2), que estão abaixo, são interessantíssimos e nos passam muitas informações numa conversa, digamos que informal, entre Serginho Groisman, Ana Maria Braga e a Dra. Ana Beatriz. Assista!



  
 Parte 1


 
Parte 2



 Fonte:
           http://www.youtube.com/watch?v=h6xIystcs0o
           http://www.youtube.com/watch?v=5eAdP8_bhOE


  O texto abaixo é de autoria do grupo, onde ele expõe suas ideias e opiniões a cerca do vídeo.
  
 No primeiro vídeo, a conversa começa com Ana Maria Braga falando sobre quem pratica o bullying e, logo depois, Sergio Groisman continua a falar e debater. Ele tem uma atitude muito significativa para tentar acabar com essas agressões, fazendo uma campanha que conscientize a todos, que é uma forma de combater e previnir o bullying nas escolas. Ele nos indica, também, que a timidez é a razão mais contribuinte para que essas pessoas atingidas permaneçam caladas e que, no entanto, o importante é falar, se abrir com alguém, para que saibam que não estão sozinhas, pois se sentem muito solitárias.
 Logo após, a Dra. Ana Beatriz dá a entender que o bullying é um assunto de toda sociedade e que, antes mesmo de combater o bullying, devemos apostar numa sociedade melhor por meio do processo educacional que a criança tem, ou seja, formar ela durante seu curso escolar, um modo de prevenção. Com ela, relembramos o termo bully, que significa valentão e descobrimos que, quando eles crescem, tornão-se os maridos maus, que batem em suas espoas, os caras que no trânsito sacam uma arma e ameaçam outros motoristas... Essas consequências são fruto da má índole da pessoa que não recebeu apoio e não conseguiu mudar. Mas, como há vários tipos de agressores, elas podem mudar, se receberem apoio familiar, do amigo, psicólogo, etc. 
 Podemos observar que o Serginho aponta a atitudes que ocorrem com pessoas até uma certa idade (até o término do período de de formação como cidadão), dentro de um espaço social fechado e que, em determinadas vezes, o bullying é confundido com criticas, maus entedimentos. Isso são coisas que já postamos no blog e que, no vídeo, são confirmadas.
 Para nós termos ideia de que o bullying é um assunto tão sério, desde a época de criança da Madonna ele já existia, mas sem esse nome. E, em diferentes situações ele possui várias outras denominações. Não era tão díficil ocorrer essas situações antigamente, podendo se notar que hoje, grandes atores que sofreram com isso (Madonna, Steven Spielberg, Cauã Reimond, Rodrigo Lombardi...) deram a volta por cima, porque, de acordo com a doutora, o que não os matou os fortaleceu. Eles ganharam forças e apostaram em seus talentos, acreditando em si mesmos, tornado-se, hoje, quem são. Madonna era piada entre seus colegas pois não se depilava, mas como ela era apenas uma criança e só queria dançar ballet, não se importava em depilar-se. Por isso que, dessas informações, captamos uma mensagem: não devemos desmerecer, desvalorizar, mas sempre respeitar os outros.
 Bullying não é brincadeira! A partir do momento em que uma pessoa envolvida passa a não gostar da brincadeira que estão fazendo com ela, a situação deixa de ser agradável para se tornar uma má atitude.


 Vídeo 2 (continuação)

 Esse vídeo continua a nos conscientizar sobre o bullying. E que ele tem menos fronteiras, já que o cyberbullying está cada vez mais presente pelo uso das tecnologias e redes socias, com uma humilhação pública ainda maior.  Vimos, no vídeo, um forte caso que vai parar na internet. Quando ocorre de maneira tão séria ou o caso para na justiça, pode haver a condenação do indivíduo ou do responsável legal, no caso de menores. Para ver a gravidade que está!
 Uma iniciativa legal dos governos é o começo de uma mobilização nacional, sendo que no RS e Curitiba (mais RJ) já há leis que combatam esse movimento. Por exemplo, na Inglaterra as escolas premiam os alunos que fazem os melhores trabalhos sobre o bullying, para que dessa forma, a conscientização sege maior. Isso poderia ser aplicado ao nosso país, também. Muitos trabalhos e atividades poderião ser feitas nas escolas com o objetivo de combater o bullying. Como mérito aos alunos, os melhores trabalhos ganhariam um prêmio, dessa forma estimulando a criatividade do aluno em criar novas possibilidades de combate a essa violência e incentivando eles próprios a promoverem campanhas na escola.
 Novamente, o vídeo comprova que o bullying já ocorreu com quase todo mundo e, até mesmo, as pessoas famosas como: Bil Clinton e David Beckam.
 Destacamos que os pais devem tomar o cuidado de seu filho de acordo com o seu comportamento dentro de casa, para que possam identificar a situação em que o filho se encontra.
 Para finalizar, TODOS são os envolcidos: a vítima que é pessoa mais sozinha, com dificuldade de relacionamento, com peculiaridades físicas; o agressor, que pussui uma certa liderança no grupo, sendo o mais forte, mais bonito, mais rápido; e os observadores que implicam ainda mais com comentários do tipo "haha, isso mesmo, bate nele!", "sua gorda, feia, baleia"... Estes, principalmente, têm o dever de informar a situação, do contrário, estarão apenas enfatizando o caos para a vítima.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Fatos...


 Existem consequências que o agressor causa a vítima que são tão fortes, causando o suicídio, ou a morte. Mas, não a morte da vítima, e sim a do agressor. Isso causado por um sentimento de vingança e justiça. Leia as informações abaixo para comprovar.

 Edimar Aparecido Freitas sofreu bullying de seus colegas de aula até adolescência, pois era gordo, sendo motivo de piada. Em Janeiro de 2003, aos 18 anos, ele invadiu sua antiga escola, em Taiúva (SP) com um revólver, feriu 5 pessoas e no final se matou.

 Em outro caso, na Bahia, em 2004, um adolescente de 17 anos entrou na sua ex-escola com um revólver. Ele matou um colega e a secretária do estabelecimento de ensino. Após ser preso e interrogado, o delegado responsável afirmou que ele sofria algumas "brincadeiras"  que rebaixavam a sua personalidade de algum modo. 

  Esses dois fatos nos comprovam e enfatizam que a erradicação do bullying deve ser feita já ! Servem, também, para atentar a população sobre a situação e pedir a sua ajuda, além do que, estudos comprovam que esses atos podem e estão começando a ocorrer com uma faixa etária cada vez mais jovem, visto que a prática intencional do bullying é causada a partir dos três anos de idade.


 

O agressor

 Observemos a animação a seguir.

 
 

 Essa imagem, por mais engraçada que seja, nos passa uma mensagem e muitas informações sobre o porquê das atitudes do agressor e suas origens. 
 Primeiramente, falar sobre o assunto abertamente com os pais já é difícil. Imagine, então quando você tenta e seu pai ri da sua cara, ou seja, não te apoia e reforça o bullying contra você. É justamente isso que causa as agressões nos colégios. Essas crianças, que não tem uma boa educação em casa, com famílias desestruturadas, sem apoio, com o relacionamento entre seus parentes escasso e difícil  são as que se tornarão os possíveis futuros agressores, pois vêm em seus colegas de aula, tímidos e quietos, com dificuldade de se relacionarem, uma chance de descontar o que sofrem dos pais em casa. Logo, a vítima também se torna o agressor.
 Embora isso não impessa que, um 'filhinho de papai', mimado, com boa educação e uma família 'nota mil' passe a praticar o bullying.
  O agressor, se não der por conta de que o que está fazendo é errado, continuar não recebendo apoio da família, sem uma ajuda psicológica, e não parar de agredir seu colega, no futuro, aos 18 anos de idade, nessa faixa etária, possivelmente começará a apresentar atos de vandalismo, rebeldia e outros do tipo. Por isso que as ações tomadas pelas professoras e pais, para tentarem conscientizar ele que o que está fazendo é errado, tem de ser o mais rápido possível.




 Imagem representativa do bullying nas escolas

 Esta última imagem nos ilustra o que o agressor faz na escola. Ele, geralmente, acompanhado de amigos que intimidem a vítima ainda mais, agride-a de forma humilhante e desrespeitosa. Certas vezes ele só quer descontar em algumém, pois está desconfortável com algo que ocorreu em sua casa.

 Texto adaptado, de autoria do grupo

Como combater o bullying ?

 Existem vários modos de combater ao bullying. Abaixo, estão alguns deles que servem, também, para previnir desde cedo, jovens a não serem os agredidos nem os agressores.

 1) Instruir, desde cedo, as crianças a não praticarem;
 2) Ajudá-los, passando calma, segurança e confiança quanto estão com baixa auto-estima a falarem a verdade para que se possa ter o conhecimento da situação e solucionar o problema;
 3) Dar uma boa educação ao filho, desde pequeno;
 4) Tendo pais presentes na vida do filho que comemoram suas vitórias pessoais, motivam-no todo dia, reforçam os laços de amizade com seus amigos e usam palavras positivas dando um bom exemplo dentro de casa, tudo isso passa segurança e tranquilidade ao filho;
 5) Ensinar, desde cedo, às crianças valores como: respeito, camaradagem, amor ao próximo, confiança, para que elas saibam, sem a presença dos pais, discernir o que é certo e o que é errado;
 6) Relatar, imediatamente, ao adulto mais próximo, que está ocorrendo bullying com um colega (na maioria das vezes, os observadores, aqueles  que ficam olhando as agressões, não fazem nada, seja porque são amigos do agressor ou por terem medo de que se contarem, depois, sofrerão o mesmo);
 7) Pais e escolas devem sempre informar, enfatizar às crianças que o bullying é ruim, por meio de conversas, atividades, palestras, campanhas, etc...
 8) Haver maior fiscalização dessas agressões por parte dos pais, alunos, amigos e professores;
 9) Fazer diversas campanhas que conscientize a população sobre bullying, para que ela tome conhecimento do assunto e, também, possa ajudar; e
10) Por mais que já haja, desenvolver mais projetos de leis que tornem a fiscalização mais rígida.




 Imagem que traz uma campanha de combate ao bullying.
 
  Fontes:



Pais e escola lado a lado

 O bullying é um assunto muito sério e que requer atenção especial, também, por parte das escolas e dos pais.
 A escola, tem o dever de ensinar a seu alunos conhecimentos estudantis e, ao contrário do que as pessoas acham hoje em dia, a educação do aluno, deve ser feita pelos seus pais, vindo de casa.
 Os pais, têm a competência de cuidar de seus filhos, vigiando desde seus atos até seus sintomas. Não é a escola que tem que cuidar das atividades socias ou particulares de seus alunos, até porque não está preparada para isso, mas sim para ensinar. Mas, de certa forma, a escola quando avisada de agressões com seu alunos, em seu estabelecimento, seja pelos responsáveis ou até pelos estudantes, tem o dever de, aliado com os responsáveis, resolver a situação, o que muitas vezes não ocorre. Ou porque desconhecem os fatos, ou pois estão negados a enfrentá-los.
 Ao meno no Rio de Janeiro, já é lei, as escolas informarem atividades de bullying às autoridades, como vimos em outras publicações anteriores, até porque isso é de responsabilidade da escola.
 O fato é que os pais e a escola estão lado a lado para combater essa terrível agressão que ocorre com os jovens hoje em dia, de modo que, se comunicando, possam revelar os fatos e solucionar os problemas.


 Texto adaptado, de autoria do grupo e com base em experiências de vida.
 Fonte:
            http://bebes.kazulo.pt/21693/como-lidar-com-o-bullying:-sinais-de-alerta.htm
  
 

Outras dicas...

 Para quem sofre bullying, estão abaixo algumas dicas de como se manter diante da situação:

 1) Tente conversar com seus verdadeiros amigos, eles lhe dirão algumas dicas;
 2) Seja auto-confiante, acredite em si mesmo!;
 3) Se possível, evite os valentões;
 4) Ignore as agressões, finja que não é con você que estão falando piadas ou contando fofocas, etc;
 5) Para que não ocorra de um problema maior, conte a seus pais/responsáveis e à professora a situação, para que a solução desse problema seja feita de forma pacífica.

 FORÇA DE VONTADE !!! ACREDITE !!!
  
 Texto adaptado, de autoria dogrupo e com base em experiências de vida
 Fonte:

Como lidar com o Bullying?

 Essa pergunta causa muita dor de cabeça em muita gente. O bullying é um assunto muito sério e delicado, que requer muita cautela e calma da parte dos responsáveis dos agredidos. Para isso, sugerimos algumas DICAS de como lidar com isso.
 Na maioria das vezes, a agressão acontece nas crianças e, por isso, os pais, antes de qualquer ação, devem manter a calma para não causarem maior pânico a seus filhos. Primeiramente, deverão entender a situação que seu filho se encontra: se é vítima realmente ou se não passa de um mal entendido entre um colega que o magoou (o que muitas vezes ocorre). Deverão conversar com seus filhos abertamente, explicando que a intimidação deve ser deixada de lado e que o certo é contar-lhes exatamente a verdade. sem forçar muito a barra, pois têm de saber que falar abertamente sobre o assunto é díficil para o agredido. Logo em seguida, sugere-se que o pais entrem em contato com a escola para que se possa ter o conhecimento do caso por parte do estabelecimento de ensino. Nesse momento, os pais e a diretoria tomarão conhecimento dos fatos e atenderão medidas que condicionem o melhor rendimento escolar e condição social do agredido como por exemplo: ficar de olho na pessoa agredida na escola, apoia-lá, conversar com os agressores, falar com a psicopedagoga (para que esta possa conversar com a turma e resolver o problema), desenvolver atividades que unam a turma e todos os envolvidos para que se tornem amigos. 
 No entanto, para que isso ocorra, os pais deverão estar muito presentes na vida de seus filhos, tendo um importantíssimo papel no cotidiano da criança, conversando, diariamente, sobre o que ocorreu na aula, sabendo respeitar as diferenças, colocando-se no lugar dos outros... Além do mais, os resposáveis devem, no nosso ponto de vista, passar, principalmente, segurança e confiança ao agredido, para que esse possa se abrir.

 Texto adaptado, de autoria do grupo e, também, com base em experiências de vida.
 Fonte:
http://www.leiturageral.com/como-saber-se-uma-crianca-ou-pessoa-esta-sendo-vitima-de-bullying/
 

sábado, 11 de agosto de 2012

Você sabia?

  Você sabia que há um tempo atrás havia um jogo para computador e playstation chamado bully ?
  Na época, o jogo era novidade, onde um aluno tinha liberdade para fazer o que quisesse dentro do campus de seu colégio: bater nos amigos, insultar a professora, pixar, etc. Entretanto, o jogo gerou muitas discussões e insatisfação dos pais que viam seus filhos jogarem. Um tempo depois, foi concluído que o jogo não tinha conteúdo educativo e, com o aumento de casos de bullying houve a proibição do jogo. É claro que ainda se encontra à venda em camelos e lojas que têm produtos piratas, já que a fiscalização não é tão efetiva.










 Fonte das imagens: https://www.google.com.br/search?num=10&hl=pt-BR&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1024&bih=601&q=jogo+bullying&oq=jogo+bullying&gs_l=img.3...5863.12527.0.13077.17.13.1.3.3.0.300.2052.3j7j2j1.13.0...0.0...1ac.4ef5ZxIT5Yg

Texto de autoria do grupo com base na experiência de vida.

Projeto a mais !


 Na quinta-feira 10/02/2011 foi apresentado no Congresso Nacional um projeto de Lei em combate ao Bullying. O projeto é do Deputado Marcelo Aguiar que, preocupado com as agressões físicas e psicológicas sofridas por diversos estudantes do nosso país, prevê a criação do Programa de Combate ao Bullying Escolar com o objetivo de combater e prevenir a prática dos atos de violência causados pelo Bullying. Preoupação essa também de pais e professores. 

 Fonte: http://bullyingportalprofessor.wordpress.com/

Na lei !

 Notíca retirada do site: http://bullyingportalprofessor.wordpress.com/
 Por desrespeitarem princípios constitucionais como a dignidade da pessoa humana, atos de bullying configuram-se como atos ilícitos. Com isso várias pessoas estão recorrendo à justiça para que atos de  bullying sejam ressarcidos de alguma forma. O Código Civil brasileiro determina que todo ato ilícito que cause dano a outra pessoa gera o dever de indenizar. A responsabilidade do ato também pode ser enquadrada no Código de Defesa do Consumidor levando escolas, por exemplo, a também terem responsabilidade sobre o ato tendo em vista que são prestadores de servidos aos consumidores.
 No Rio de Janeiro foi sancionada uma lei estadual em 23 de setembro de 2010 obrigando escolas públicas e privadas a notificarem casos de bullying à polícia. Caso a lei seja descumprida, a multa pode chegar a 20 salários mínimos.

Sentimentos do agredido

 Acompanhe as reportagens a seguir retiradas do site da Revista Escola versando sobre os sentimentos da vítima. 
 
 "Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio."

 Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml


 
  O aluno que sofre bullying, principalmente quando não pede ajuda, enfrenta medo e vergonha de ir à escola. Pode querer abandonar os estudos, não se achar bom para integrar o grupo e apresentar baixo rendimento.
 Uma pesquisa da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) revela que 41,6% das vítimas nunca procuraram ajuda ou falaram sobre o problema, nem mesmo com os colegas. 
 "As vítimas chegam a concordar com a agressão", de acordo com Luciene Tognetta, doutora em Psicologia Escolar e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp). O discurso deles segue no seguinte sentido: "Se sou gorda, por que vou dizer o contrário?"
 Aqueles que conseguem reagir podem alternar momentos de ansiedade e agressividade. Para mostrar que não são covardes ou quando percebem que seus agressores ficaram impunes, os alvos podem escolher outras pessoas mais indefesas e passam a provocá-las, tornando-se alvo e agressor ao mesmo tempo. 

 Fonte: 
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-consequencias-alvo-610508.shtml


Indicativos...

 Apresentamos, a seguir, uma lista que nos mostra indicativos que uma pessoa apresenta quando está sofrendo bullying.

Vítimas de bullying tem mais chance de desenvolverem transtornos de humor, transtornos alimentares, distúrbios de sono ou/e transtornos de ansiedade em algum momento da vida.

Sinais e sintomas possíveis de serem observados em alunos alvos de bullying:

  • Enurese noturna (urinar na cama)
  • Distúrbios do sono (como insônia)
  • Problemas de estômago
  • Dores e marcas de ferimentos
  • Síndrome do intestino irritável
  • Transtornos alimentares
  • Isolamento social/ poucos ou nenhum amigo
  • Tentativas de suicídio
  • Irritabilidade / agressividade
  • Transtornos de ansiedade
  • Depressão maior
  • Relatos de medo regulares
  • Resistência/Aversão a ir à escola
  • Demonstrações constantes de tristeza
  • Mau rendimento escolar
  • Atos deliberados de auto-agressão

Onde ocorre o Bullying ?

 Após várias pesquisas, chega-se a conclusão que o bullying ocorre, principalmente, na escola, pois o jovem está em processo de educação, recém aprendendo os valores da vida, no seu processo de formação e, por isso, é o local mais comum. No entanto, isso não impede que ocorra em universidades, locais de trabalho, ambientes mlitares e de política, ambientes públicos e até mesmo em casa. Nestes casos, o bullying recebe outros nomes, como: trote universitário (dependendo da gravidade), moby (assédio moral restrito ao trabalho), stocking (assédio de críticas a celebridades), mas sendo que a diferença é somente no nome.Para se ter uma ideia, um simples apelido dado por um parente, mas que a pessoa que o recebeu não aceitou como brincadeira, já é bullying, pois um dos envolvidos não concordou com a brincadeira.
 O bullying ocorre em qualquer parte do mundo, na verdade, em qualquer contexto que as pessoas interajam sociamente. Ora, quem nunca foi apelidado  com um nome do tipo 'quatro olhos'?
 Geralmente, os agressores (bullys), começam a praticá-lo pois não recebem o devido apoio em casa. São esculhachados, ofendidos, têm problemas familiares, pai e mãe separados dando pouca atenção ao filho, etc. Desse modo, o garoto fica sem o auxílio que necessita e, na escola, pratica o que recebeu em casa.

 Trecho adaptado 

  Notíca sobre o bullying nas escolas, leiam o trecho.

 "Uma pesquisa realizada em 2010 com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares revelou que os alunos de 6º e 7º anos são os mais atingidos pelas humilhações do bullying. Desses, 17% estão envolvidos de alguma forma sendo os agressores, ou agredidos, ou os dois. A partir de e-mails ofensivos e difamação em sites de relacionamento como orkut e twitter, o uso de tecnologias de informação e comunicação estão se tornando a forma mais comum de bullying chamado de cyberbullying."
 
 Fonte do trecho: http://bullyingportalprofessor.wordpress.com/

  Vamos concordar que, após analisar esse trecho da notícia, o bullying ocorre, principalmente, nas escolas. E um aspecto nos confirma que os alunos do 6º e 7º anos são os mais atingidos. Por quê? Pois estão em processo de formação educacional e psicológica.

 Texto do grupo

 Vejamos abaixo uma imagem sobre o assunto.


Fonte: Google imagens


 

 Parecer do grupo sobre a imagem.

  Ela nos indica dados que revelam a porcentagem de meninos e meninas que  são vítimas ou agressores e que 70% dos estudantes observaram agressões entre colegas. E mais preocupante ainda é saber que 21% das agressões estão sendo feitas dentro das salas de aula, ou seja, bem na frente de todos: professores  e alunos. Isso é preocupante, pois dentro da sala de aula deveria haver um ambiente tranquilo, de amizade entre todos, para que pudesse ter uma aprendizagem eficiente. No entanto, parece que os alunos se preocupam mais em incomodar os outros do que prestar atenção em aula.




Exemplos

 Aqui abaixo estão algumas imagens sobre o assunto.

Bullying direto, físico e emocional




Bullying indireto, emocional e verbal



Cyberbullying



 Essa última imagem nos mostra que, apesar de ser mais comum entre os guris, as meninas também praticam o bullying direto.


 Texto de autoria do grupo
 Fonte das imagens: https://www.google.com.br/search?num=10&hl=pt-BR&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1024&bih=601&q=bullying&oq=bullying&gs_l=img.3...1869.3505.0.3831.8.6.0.2.0.0.195.809.2j4.6.0...0.0...1ac._XU9ykfv7iY

BULLYING ?

 Então, recapitulando a parte introdutória do nosso trabalho, sabemos desde já que o a palavra bullying é uma americana e que não tem uma tradução literal para a linguagem portuguesa (BRA). No entanto, no Brasil, o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa indica a palavra bulir como equivalente a mexer com, tocar, causar incômodo ou apoquentar, produzir apreensão em, fazer caçoada, zombar e falar sobre, entre outros. Por isso, são corretos os usos dos vocábulos derivados, também inventariados pelo dicionário, como bulimento (o ato ou efeito de bulir) e bulidor (aquele que pratica o bulimento). Também sabe-se que o termo bully, em inglês, significa valentão, brigão. Logo, essas informações nos fazem entender bullying como humilhação, intimidação, maltrato, opressão, ameaça e tirania.
 A questão é que nem todos os estudiosos e sociólogos que tratam sobre o assunto concordam com o uso desse nome. Eles acreditam que o que ocorre no Brasil é a violência escolar, e que estaríamos importando um termo (bullying) para decrever a situação vivenciada aqui. Estaríamos deixando de discutir a situações de violência na escola, passando a falar que é bullying.
 Com isso, já podemos ter uma ideia do que é o bullying. Mas, mais precisamente seria qualquer agressão física ou psicológica, de forma verbal ou não, feitas de maneira repetitiva e intencional, por uma ou mais pessoas contra um ou mais indivíduos.
 Há duas formas de causar o bullying:
 1) A forma direta: se caracteriza mais entre os agressores do sexo masculino; e 
 2) A forma indireta: se caracteriza mais entre as agressoras do sexo feminino, que não insultam ou agridem diretamente suas vitimas, mas que fazem fofocas sobre as mesmas. Nessa forma indireta, os agressores tendem, também, a intimidar as pessoas que tentam se socializar com a vítima, excluindo-a e falando mal de seus costumes, roupas ou opção religiosa.
 Como o bullying não é homogêneo, mas sim muito heterogêneo, ou seja, há vários tipos com características diferentes entre eles, abaixo está uma lista com alguns dos tipos, para que se possa comprender melhor. 
 a) Cyberbullying  ou bullying virtual: classificação que é dada para qualquer tipo de humilhação ou agressão feita por meio de aparelhos eletrônicos, seja através de redes socias ( facebook, twitter, orkut, ask...) ou sites de relacionamento. É o tipo mais praticado de bullying, pois cada vez mais tem se tornado frequente, uma vez que o agressor se sente mais seguro de atingir a vítima, já que utiliza o artifício do anonimato e de grupos destinados, especialmente, para humilhar a vítima;
 b) Bullying verbal: classificação que é dada quando o agressor chama por nomes, sendo sarcástico, lançando calúnia, espalhando boatos e gozando de qualquer característica da vitima. Ex.: gordo, feioso, quatro olhos...;
 c) Bullying físico: classificação dada quando há, na agressão, pontapés, socos, chutes, beliscãos ou qualquer outro ataque físico;
 d) Bullying emocional: classificação dada quando qualquer ação, como chantegear, manipular, agredir, amendrontar, aterrorizar, excluir, atormentar... significar o ferimento dos sentimentos da vítima. Logo, emocionalmente, as vítimas ficam muito abaladas;
 e) Bullying racista: quando as agressões estão voltadas a cor da pele, etnia, opção religiosa, e diferença cultural; e
 f) Bullying sexual: pode ser considerado uma perseguição sexual, ocorrendo mais com adolescentes, onde o foco das ações está em alguma parte do corpo, a aparência da pessoa e a orientação sexual. Certas vezes é confundido com preconceito sexual.

 Texto adaptado e de autoria do grupo.
 Fontes: 
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml
 
 
http://bullyingportalprofessor.wordpress.com/

 http://www.educacional.com.br/reportagens/bullying/default.asp

sábado, 28 de julho de 2012

Introdução



 O termo bullying é originado da palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Essa palavra não tem uma tradução em português, mas é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato. 
 Geralmente, quem pratica o bullying pode ter sido levado a praticá-lo por influências da educação que recebeu em casa. O autor pode também querer se sentir mais popular, chamar atenção ou se sentir poderoso. Algumas vezes ele recebe influência dos amigos por ser " Maria vai com as outras" e acha que está fazendo uma atitude legal. Se ele não tem muito apoio dos pais, quando olhar um noticiário na televisão, ou até mesmo o UFC (luta de boxe), ele pode ser levado a praticar agressão física com seus amigos na escola por achar que está fazendo um esporte, quando está, na realidade, agredindo seu colega.
 Mas o bullying não vem apenas de agressões físicas. É todo o tipo de agressão; físicas, psicológicas, provindas de ações verbais ou físicas que um aluno ou mais pratica com um ou mais colegas intencionalmente. 
 O bullying pode ser dividido em dois tipos, o direto e o indireto. O direto é mais praticado por agressores masculinos, se caracterizando principalmente pela agressão física. O indireto é mais praticado por mulheres e crianças (mas isso não impede que meninos pratiquem o indireto). Nesse tipo, os agressores isolam a vitima socialmente, espalham comentários, impedem outras pessoas de se socializar com a vitima e criticam seu modo de agir e de se vestir. 
 Nos dias atuais, um tipo de bullying tem se mostrado mais presente na vida dos estudantes, o bullying virtual ou cyberbullying. Ele se caracteriza por pessoas que insultam ou criticam outras nas redes sociais (facebook, orkut ou twitter), criando páginas, comunidades e comentários destinadas para criticar as vítimas. Ele tem sido mais comum porque as escolas têm combatido mais os casos de violência e, dessa forma, os agressores se sentem mais protegidos pela internet, sem muitos riscos. Mas há mais um tipo de bullying, que às vezes é confundido com preconceito sexual, que é o bullying sexual, onde as pessoas esculacham a escolha sexual da pessoa.
 Todos os tipos de bullying tendem a prejudicar os demais cidadãos, causando consequências a eles. Durante o nosso trabalho, complementaremos as informações vistas aqui por meio de vídeos, imagens, reportagens, textos que visem ilustrar e facilitar o conhecimento de todos pelo blog. Além disso, os nossos textos, terão a informação em itálico, logo abaixo deles, para mostrar quem os fez; se fora nós, ou se foi retirado de uma fonte. Quando isto acontecer, haverá um comentário do grupo analisando-o.
 Falaremos de mais  assuntos, como: indicativos que uma pessoa apresenta ao sofrer bullyng, como conviver com ela, como combater o bullying e outras. É de suma importância para a população conhecer o bullying, pois, querendo ou não, afeta todos nós: os agressores, as vítimas e os observadores, além de ser um ato que vem sendo evidenciado cada vez mais na sociedade. Para isso, continuem lendo as publicações.

Grupo

O que nos levou a pesquisar sobre o bullying?

 O grupo resolveu pesquisar sobre esse subtema já que os demais não despertavam interesse ou foram muito escolhidos pelos outros grupos. Dessa forma, o grupo aborda sobre outro tema importante para a sociedade contemporânea, o Bullying.  Ele tem sido um assunto muito  falado hoje em dia, um perigo contemporâneo à sociedade  de modo que tem sido cada vez mais evidente, principalmente, nos colégios.
 O estudo do Bullying é de extrema importância para a escola e à comunidade, porque, além de haver um  aumento na sua prática, causa riscos e consequências à vítima severas. Com o seu estudo teremos a chance de reverter essas situação através de seu combate.
 Com a pesquisa desse tema o grupo espera conseguir apresentar diversas informações, como: perigos que decorrem da ação dele, o que é, sua terminologia, formas de combate e outras que conscientize a população de que isso é uma ação ruim e que deve parar. Além disso, o grupo também espera aprender mais sobre esse assunto, já que, estando dentro de um ambiente escolar, podemos encontrar essa situação em aula e resolve-lá de uma forma pacífica.