Esse nome inglês poderia ser revertido para o português, de forma rude, como violência virtual. É um caso a parte de bullying e que tem ocorrido com mais intensidade na medida que a internet é ilimitada e, graças as várias novas tecnologias como iphone, ipods e tudo mais, o trabalho dos agressores torna-se mais fácil, já que usam o anonimato, muitas vezes, para prejudicar a vítima, a qual não sabe de quem se defender às vezes.
Esse tipo de agressão é causada quando alguém, por meio de páginas, comentários e comunidades na internet humilha, ameaça, debocha e agride os sentimentos morais de uma pessoa. É ainda mais grave que o bullying comum, já que: intensifica a dor, pois torna-se uma coisa constante na vida da vítima; expõe mais o agredido, já que o ambiente não está mais restrito apenas ao ambiente escolar, mas por toda a internet; e impossibilita a identificação dos agressores, causando a sensação de impotência a vítima (não consegue fazer nada para se livrar daquilo).
Às vezes, um simples caso de corte de cabelo feio, aos olhos dos outros, pode ser motivo de esculachamento na internet.
No cyberbullying a intimidade da vítima e a sua confiança são os mais prejudicados. Uma pesquisa feita com cinco mil alunos entre 10 e 14 anos revela que 17% já sofreu cyberbullying. Desses, 13% foi por celular e 87% doi pelas redes sociais e internet.
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