Acompanhe as reportagens a seguir retiradas do site da Revista Escola versando sobre os sentimentos da vítima.
"Além de
um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes
que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem
apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que
influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega
a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções
trágicas, como o suicídio."
Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml
O aluno que sofre bullying, principalmente quando não pede ajuda,
enfrenta medo e vergonha de ir à escola. Pode querer abandonar os estudos, não
se achar bom para integrar o grupo e apresentar baixo rendimento.
Uma pesquisa da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à
Infância e Adolescência (Abrapia) revela que 41,6% das vítimas nunca procuraram
ajuda ou falaram sobre o problema, nem mesmo com os colegas.
"As vítimas chegam a concordar com a agressão", de acordo com Luciene Tognetta,
doutora em Psicologia Escolar e pesquisadora da Faculdade de Educação da
Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp). O discurso deles segue no
seguinte sentido: "Se sou gorda, por que vou dizer o contrário?"
Aqueles que conseguem reagir podem alternar momentos de ansiedade e
agressividade. Para mostrar que não são covardes ou quando percebem que seus
agressores ficaram impunes, os alvos podem escolher outras pessoas mais
indefesas e passam a provocá-las, tornando-se alvo e agressor ao mesmo tempo.
Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-consequencias-alvo-610508.shtml
Primeiramente, com estas reportagem podemos notar, já sabendo por outras publicações que há vários níveis de agressão e que, conforme esses níveis aumentam, mais complicada a situação da vítima será. Então, vimos que o foco na primeira reportagem é a situação psicológica do agredido. Ele começa a entrar em depressão, fica com medo, assustado, tem doenças psicossomáticas que tendem a causar transtornos na sua personalidade futura. Ou seja, o bullying pode causar seríssimas consequências ao agredido. Tanto é que ele fica tão preocupado que, o rendimento escolar dele baixa e, na nossa opinião, ele só se preocupa em uma saída para o problema, sendo essa, em alguns casos o suicídio. Ao mesmo tempo, ele se sente vulnerável, inseguro e não conta a ninguém sobre o problema, dificultando ainda mais sua situação.
ResponderExcluirNa segunda reportagem há a enfatização de que o desempenho escolar abaixa, que a pessoa tem medo, insegurança e que 41,6% dos casos não procura dialogar, desabafar com um parente ou amigo, mostrando a nós como é difícil a situação que se encontra o agredido. Entretanto, esta reportagem nos mostra algo a mais, também. Nos diz que a vítima acaba se convencendo que as ofensas a respeito dela estão certas e que o mundo todo possui a mesma opinião. E a vítima, quando reage a tal situação, reage alternando ansiedade e agressividade, mostrando-se corajosa e não covarde. Dessa maneira, ela acaba se tornando vítima e, ao mesmo tempo, agressora, pois começa a fazer com os outros aquilo que faziam com ela. E aí é que está o X da questão.
Várias vezes vimos nos noticiários que uma pessoa entra no colégio com uma metralhadora e mata vários cidadãos. Nunca se perguntaram o porquê? Talvez porque tivessem feito bullying com ela e agora estaria apenas revidando, fazendo vingança e justiça, o que não explica o que fez? Essas são consequências psicológicas do bullying, mas também não podemos esquecer as sequelas que podem ser causadas por agressões físicas. Os chutes e empurrões podem causar ferimentos aos ossos que são irrevercíveis.
Acompanhem na próxima publicação um projeto importantíssimo para diminuir o bullying.